Atrações na Madeira: o que fazer quando não vai caminhar
Um dia de descanso, nuvem na serra ou um percurso fechado pelo IFCN: três situações para as quais esta página existe. Reunimos as categorias de atrações que complementam de verdade a caminhada, com uma nota sobre quando cada uma faz sentido e o que a pode estragar.
A regra é simples: o vento para os barcos, a chuva forte para os canhões, e os jipes, os teleféricos, os jardins e os museus funcionam quase sempre. A previsão para cinco regiões está na nossa página inicial.
Na água
Golfinhos e baleias
Cruzeiros do Funchal e da Calheta todo o ano; os golfinhos aparecem quase sempre, as espécies de baleias mudam com a estação. As saídas da manhã apanham mar mais calmo e, com vento forte, os operadores cancelam e reembolsam.
Catamarãs ao longo da costa sul, sob a falésia do Cabo Girão, alguns com paragem para banho no oceano. Boa escolha para um dia de descanso das pernas; as saídas ao fim do dia apanham o pôr do sol.
Rapel junto a quedas de água e saltos para poços naturais, com variantes para principiantes absolutos; equipamento incluído. Depois de chuva forte os operadores cancelam, porque o nível da água dispara.
Os jipes abertos chegam a caminhos onde o carro alugado não entra, com um condutor que conhece o terreno. Funcionam também com tempo instável, quando conduzir na serra por conta própria custa.
Caminhos florestais e lama no leste da ilha, em grupo com guia. Vista-se para se molhar e sujar, porque faz parte da festa; a carta de condução costuma ser exigida a quem conduz.
O teleférico do Funchal para o Monte é um clássico do primeiro dia, e o pequeno teleférico das Achadas da Cruz, no noroeste, tido como um dos mais íngremes da Europa, desce até fajãs isoladas junto ao oceano.
Os jardins do Monte e o jardim botânico sobre o Funchal aguentam a morrinha melhor do que qualquer percurso, e as vistas da baía ficam. Um plano natural para um dia em que a serra se afoga em chuva.
Os museus do Funchal e as atrações cobertas são o plano de reserva para chuva a sério, quando o IFCN fecha os percursos e os barcos ficam no porto. Reservar online poupa filas na época alta.
A disponibilidade, os preços e os horários dos cruzeiros e passeios vivem do lado dos operadores e mudam de um dia para o outro. Os links levam aos catálogos do parceiro; reserva diretamente com ele e nós nunca vemos os seus dados.